PÁGINAS DA CRIS SOUZA
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terça-feira, 8 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Velas que espantam os mosquitos e perfumam o ambiente
Para que gastar com velas novas? vamos apender a fazê-las, usando as essências que espantam os mosquitos. Precisamos dar nossa parcela de contribuição, a nossa saúde agradece e o nosso bolso.
90 ml de óleo de cozinha usado filtrado;
– 3 colheres de parafina;
– Pote de vidro;
– Pavio encerado;
– Essência de lavanda, citronela, hortelã, crisântemo, manjericão e alecrim.
Como fazer:
– Num pote de vidro que possa ir ao microondas, coloca o óleo e a parafina;
– Leva ao microondas por 30 segundos, retira e mexe para ajudar a derreter. Leva novamente ao microondas por 30 segundos. Repete até que a parafina derreta por completo;
– Após a parafina estar totalmente derretida coloca a essência (por exemplo 10 gotas de essência de citronela, que ajuda a afugentar os mosquitos);
– Coloca a mistura no pote e, enquanto arrefece, coloca o pavio centrado e preso com uma mola da roupa;
– Quando estiver bem fria, retira a mola da roupa e corta o excesso de pavio com uma tesoura, deixando mais ou menos 1 cm acima da vela.
Ah, dá até para fazer e presentear as mães, em maio, boa ideia, vcs não acham?
O Papel do Coordenador Pedagógico
Dentro das inúmeras mudanças que ocorrem na sociedade atual, de ordem econômica, política,social, ideológica, a escola, como instituição de ensino e de práticas pedagógicas, enfrenta muitos desafios que comprometem a sua ação frente às exigências que surgem.Assim, os profissionais, que nela trabalham, precisam estar conscientes de que os alunos devem ter uma formação cada vez mais ampla, promovendo o desenvolvimento das capacidades desses sujeitos.
Para tanto, torna-se necessária a presença de um coordenador pedagógico consciente de seu papel, da importância de sua formação continuada e da equipe docente, além de manter a parceria entre pais, alunos, professores e direção.
De acordo com o Regimento Escolar, Artigo nº. 129/2006-Resolução CEE/TO, "a função de coordenação pedagógica é o suporte que gerencia, coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas com o processo de ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso."
Já segundo Clementi (apud Almeida), cabe ao coordenador "acompanhar o projeto pedagógico, formar professores, partilhar suas ações, também é importante que compreenda as reais relações dessa posição."
Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.
Considerando a função formadora, o coordenador precisa programar as ações que viabilizem a formação do grupo do grupo para qualificação continuada desses sujeitos.Consequentemente, conduzindo mudanças dentro da sala de aula e na dinâmica da escola, produzindo impacto bastante produtivo e atingindo as necessidades presentes.
Assim, muitos formadores encontram na reflexão da ação, momentos riquíssimos para a formação. Isso acontece à medida que professores e coordenadores agem conjuntamente observando, discutindo e planejando, vencendo as dificuldades, expectativas e necessidades, requerendo momentos individuais e coletivos entre os membros do grupo, atingindo aos objetivos desejados.
As relações interpessoais permeiam a prática do coordenador que precisa articular as instâncias escola e família sabendo ouvir, olhar e falar a todos que buscam a sua atenção.
Conforme Almeida(2003), na formação docente, "é muito importante prestar atenção no outro, em seus saberes, dificuldades", sabendo reconhecer e conhecer essas necessidades propiciando subsídios necessários à atuação.Assim, a relação entre professor e coordenador, à medida que se estreita e ambos crescem em sentido prático e teórico(práxis), concebe a confiança, o respeito entre a equipe e favorece a constituição como pessoas.
Na parceria escola X família, esse profissional é requerido para estreitar esses laços e mantê-los em prol da formação efetiva dos educandos à medida que cada instância assuma seu papel social diante desse ato indispensável e intransponível.
Como ressalta Alves(apud Reis,2008) "homens que através de sua ação transformadora se transformam.É neste processo que os homens produzem conhecimentos, sejam oa mais singelos, sejam os mais sofisticados, sejam aqueles que resolvem um problema cotidiano, sejam os que criam teorias explicativas."
Assim, é papel do coordenador favorecer a construção de um ambiente democrático e participativo, onde se incentivo a produção do conhecimento por parte da comunidade escolar, promovendo mudanças atitudinais, procedimentais e conceituais nos indivíduos.
Os órgãos colegiados são espaços que proporcionam essa formação à medida que a participação, o compromisso e o protagonismo de seus componentes, pais, alunos, professores, coordenação e direção, ocasionem transformações significativas nesse ambiente.Cabe ao coordenador atuar coletivamente e visualizar esses espaços como oportunidades para o desempenho das suas funções.
Apesar das inúmeras responsabilidades desse profissional já descritas e analisadas aqui, o coordenador pedagógico enfrenta outros conflitos no espaço escolar, tais como tarefas de ordem burocrática, disciplinar, organizacional.
Assumir esse cargo é sinônimo de enfrentamentos e atendimentos diários a pais, funcionários, professores, além da responsabilidade de incentivo a promoção do projeto pedagógico, necessidade de manter a própria formação, independente da instituição e de cursos específicos, correndo o perigo de cair no desânimo e comodismo e fatores de ordem pessoal que podem interferir em sua prática.
Muitas vezes, a escola e o coordenador se questionam quanto à necessidade desse profissional e chegam à conclusão que esse sujeito pode promover significativas mudanças, pois esse trabalha com formação e informação dos docentes, principalmente.O espaço escolar é dinâmico e a reflexão é fundamental a superação de obstáculos, socialização de experiências e fortalecimento das relações interpessoais.
O coordenador pedagógico é peça fundamental no espaço escolar, pois busca integrar os envolvidos no processo ensino-aprendizagem mantendo as relações interpessoais de maneira saudável, valorizando a formação do professor e a sua, desenvolvendo habilidades para lidar com as diferenças com o objetivo de ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade.
TEXTO: Suelen Silva Lima
quinta-feira, 25 de julho de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Mensagem para Reunião
A dificuldade de agradar a todos
....................................................
Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.
Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
♥♥♥
Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.
- "Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr?
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:
- Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.
- Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!
Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:
- Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?
O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.
Limites
♥♥♥Li este texto na internet♥♥♥e gostaria de compartilhar com♥♥♥vocês...♥♥♥
Limites - Os pais mais bobos e inseguros da história...
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos...
Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos (às vezes sem escolha...) que nossos filhos nos faltem com o respeito.
Na medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam a suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.
Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram, e agora são os pais quem tem que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "dar tudo" a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, carregando-os, e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.♥♥♥
Monica Monastério (Madrid-Espanha)
Publicado no Portal da Família em 28/01/2008
Limites - Os pais mais bobos e inseguros da história...
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos...
Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos (às vezes sem escolha...) que nossos filhos nos faltem com o respeito.
Na medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam a suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.
Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram, e agora são os pais quem tem que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "dar tudo" a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, carregando-os, e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.♥♥♥
Monica Monastério (Madrid-Espanha)
Publicado no Portal da Família em 28/01/2008
Dicas aos Pais
Auxiliando a adaptação das crianças à escola...
♥ Os pais não devem demonstrar sua ansiedade ao filho e, sim, tratar com naturalidade o primeiro contato com a escola.
♥ Converse bastante com a criança, explicando-lhe o que vai ocorrer com ela, sem ocultar dados ou inventar histórias.
♥ Não crie grandes expectativas na criança quanto ao universo escolar. Dê a ela autonomia e liberdade necessárias para descobrir o que a escola pode lhe oferecer.
♥ Leve a criança à escola antes do começo do ano letivo. Esta iniciativa faz com que ela comece a se familiarizar com o ambiente escolar.
♥ Ao deixar seu filho, na porta da escola, não use “artifícios” para distraí-lo e poder ir embora. Mesmo que “abra um berreiro”, é melhor que veja você indo embora, do que pense que você sumiu de repente.
♥ É fundamental que os pais não se atrasem para buscar os filhos, para que eles não tenham a terrível sensação de que não voltarão para casa. Os filhos sentem-se mais seguros ao ver os pais à porta da escola.
♥ No período de adaptação escolar da criança, não deixe de levá-la à escola.
♥ Não mude hábitos da criança durante o período de adaptação, tais como tirar suas fraldas ou a chupeta, por exemplo.
Fonte: Internet (Jornal Educar/2001)
Fonte: Internet (Jornal Educar/2001)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Crianças autistas - brincadeiras
Objetivo destas brincadeiras é estimular a interação social e ajudar pais e professores a promover as habilidades sociais em crianças com Transtornos do Espectro do Autismo Se a crianças estiver se divertindo, vai querer continuar brincando. Quanto mais brincar, mais oportunidades terá de aprender:
Achou
Esconde-esconde
“Esconde-esconde” seu filho pode se esconder em lugares apertados ou ser coberto por travesseiros e cobertas. Mas o Esconde-esconde oferece a ele maior variedade de participações.
Cócegas ou Cosquinhas
Muitas crianças pequenas gostam de brincadeiras envolvendo algum tipo de toque ou pressão profunda, tais como cócegas, massagem ou abraço. Esses tipos de brincadeiras são especialmente atraentes para crianças que buscam ativamente essas sensações. Um toque firme ou pressão profunda podem ter um efeito calmante sobre algumas crianças. Em vez de fazer cócegas, tente dar-lhe alguns apertões firmes, mas gentis, acima da sua barriga.
Cavalinho
Na Brincadeira de Cavalinho, seu filho sobe nos seus ombros ou, se ele gosta da sensação de pressão profunda, pode deitar-se de barriga para baixo sobre suas costas para uma “cavalgada”. Quando você parar, a participação dele será pedir que recomece. Subsequentemente, seu filho poderá lhe dizer quando parar e quando andar.
Aviãozinho
Nas brincadeiras de Aviãozinho, você joga seu filho para cima, levanta-o em pé sobre seus joelhos, leva-o em um passeio sobre suas pernas e então o coloca de volta no chão. Como pode perceber, há muitas variações de Aviãozinho. Se o seu filho gosta de movimento, vai gostar pelo menos de uma dessas brincadeiras.
Um, dois, três e já!
Brinque da mesma maneira que você brinca de Aviãozinho, só que em vez de jogar seu filho para cima, balance-o segurando seus braços e diga “Um, dois, três e (pausa)” balança! (ou “vai!”, ou “oba!”). Se você ainda não estiver dizendo “Um, dois, três” em outras brincadeiras, tente outra frase repetitiva, como “Atenção, preparar - balança”!,
Pega-pega
Cabo de Guerra
(Um, dois, três -Puxa!) Se o seu filho gosta de segurar-se às coisas, uma brincadeira de cabo de guerra não satisfaz somente esta necessidade, mas também o ajuda a interagir e se comunicar. Para brincar, cada um segura em uma ponta de uma toalha ou lençol, dependendo do que ele preferir. Diga: “Um, dois, três ... puxa!” e então puxe o tecido de maneira gentil mas firme.
Um, dois, três – Pula!
Brinca-se de Um, dois, três – Pula! da mesma maneira que “Aviãozinho”. Mas em vez de levantar seu filho sobre sua cabeça, segure suas mãos e pulem juntos dizendo: “Um, dois, três, pula!” Se ele gosta de pular, pode providenciar uma mini cama elástica, encontrada em lojas de material esportivo. Se ele usar a cama elástica, não esqueça de interromper os pulos para que tenha a oportunidade de pedir mais.
Brincadeira com bola grande
Uma bola grande o suficiente para que seu filho possa sentar-se sobre ela é ideal para esta brincadeira. Seu filho pode sentar-se sobre ela, deitar-se de barriga para baixo, ajoelhar-se enquanto você o segura. Bata suavemente a bola e diga “Atenção, preparar – já!” ou “Um, dois, três – pula” ou “Pula, pula, em cima da – bola!”. Crie oportunidades para que seu filho participe, de acordo com seu estágio de comunicação.
Montanha de travesseiros
Esta brincadeira oferece uma série de estímulos – correr, pular e sentir pressão sobre o corpo. Junto com seu filho, monte uma montanha de travesseiros ou almofadas, colocando-os uns sobre os outros. Enquanto vai construindo a montanha, conte cada travesseiro ou almofada, levantando os dedos para indicar os números. Diga, então: “Vamos pular!” e ajude seu filho a pular para cima das almofadas e travesseiros.
Criança que chupa o dedo...
Ainda na barriga da mamãe, desde a oitava semana de gestação, o feto começa a chupar o dedo. Logo ao nascer, percebemos que a sucção é uma reação instintiva. Mais cedo ou mais tarde, a maioria dos bebês leva o dedinho à boca, constantemente. Até que o hábito é – naturalmente – interrompido.
Um tempo para esperar
Até os dois anos, não se preocupe quando seu filho chupa o dedo. Já entre três e cinco, o ideal é observar se não há algum problema emocional envolvido: chegada de um irmãozinho, separação dos pais, etc. Ele pode estar sinalizando que precisa de você de uma forma especial, de mais atenção e muito carinho.Depois de cinco anos, se o hábito persistir, é preciso buscar ajuda profissional. Mas a criança deve participar e apoiar a ideia. Caso contrário, se sentirá castigada, o que não ajuda em nada o processo. Mais tarde, na fase de mudança dos dentes, o odontopediatra e o fonoaudiólogo precisam fazer uma avaliação.
Hora de visitar o dentista
Seu filho fez cinco anos e continua chupando os dedos? Nesta idade, há riscos de alterações nos maxilares e nos dentes. Quando está chupando o dedo, a criança faz um grande esforço com os dentes, a garganta, a língua, os músculos orofaciais e outras estruturas.
E se ela pressionar a raiz do dente – o que é bastante comum – e continuar chupando o dedinho por muito tempo, este hábito pode levar à má oclusão, inibição do crescimento ósseo do arco superior e má formação da arcada superior e do osso maxilar, deixando os dentinhos “para fora”.
Não arrisque, mamãe. Procure o dentista, pois pode ser que haja necessidade de se colocar um aparelho para corrigir e alinhar os dentes.
Amamente seu filho. Bebês que mamam no peito tendem a parar de chupar o dedo mais cedo.
Quando e por que acontece?
1. De modo geral, quando a criança está carente de atenção. É um sinal que ela precisa de um carinho, um beijo, um abraço apertado.
2. Seu filho está cansado, agitado, nervoso: o dedinho na boca funciona como um consolo.
3. A chegada de um irmãozinho pode fazer a família se esquecer do mais velho, que se sentirá frustrado.
4. Crianças muito sozinhas, sem um amiguinho para brincar, geralmente são deixadas em frente à televisão. Distraídas e entediadas, acabam criando o hábito de botar o dedo na boca.
O que pode ajudar
1. Convidar seu filho para participar de atividades divertidas, como cantar e dançar.
2. Determinar um horário para assistir televisão e, na medida do possível, fazer companhia a ele. 3. Levá-lo para passear e brincar ao ar-livre.
4. Ser amoroso e paciente, respondendo a todas as suas perguntas.
5. Não repreender, não ameaçar, não ridicularizar e não castigar quando o vir com o dedo na boca.
6. Não enfaixar ou colocar esparadrapo no dedo. Não funciona.
Atenção!
A criança muito sensível ou tímida, que parou de chupar o dedo, pode voltar ao hábito em situações estressantes, como entrar para uma nova escola, mudar de casa ou depois do nascimento de um irmão. Normalmente, não passa de uma fase e desaparece com o tempo.
O Primeiro Dia de Aula...
O primeiro dia de aula é sempre cheio de expectativas. Todos estão em busca de conhecer uns aos outros e saber onde será sua sala, quem é seu professor (importante) e das amizades que novas e antigas que ficaram contigo novamente. E, nesse primeiro momento, é importante que sejam promovidos momentos de integração, favorecendo o grupo a se tornar, aos poucos, uma turma de verdade. Por isso, logo em seguida, inicie a apresentação da garotada. Divida o grupo em duplas, incluindo você. Uma entrevista o outro, perguntando nome, preferências musicais, literárias, hobbies, sonhos, onde mora, o que planeja para o futuro etc. e depois cada entrevistador apresenta o colega para o grupo.
Afinal, durante o ano, todos irão compartilhar das mesmas atividades e tarefas. Sendo assim, o papel do professor é fundamental para o início e crescimento dessa integração.
Além de momentos de descontração, o professor pode aproveitar o primeiro dia de aula para apresentar a metodologia com a qual costuma trabalhar, a proposta e os objetivos de estudo. Nesta hora, ouvir e considerar os pontos de vista dos alunos pode ajudar bastante para manter um elo de comprometimento entre as partes. Por isso, nada de ir despreparado para o primeiro dia de aula! A mente deve estar turbinada de ideias e motivação para o decorrer do ano.
Professor prepare uma aula especial para o primeiro dia! Lembre-se daquela velha e boa recomendação: “a primeira impressão é a que fica”. Geralmente, no início, todos são bonzinhos; estão todos interessados em conhecer o território para perceber como podem se comportar. É bom saber que não é só o professor que está observando os alunos para elaborar um diagnóstico; mas, também, os alunos estão o observando e aprendendo como deve lidar com esse novo líder.
Na verdade, esse reconhecimento estende-se para mais algumas aulas, até que chegue àquelas horas que ninguém mais tem cerimônia e age com a naturalidade de sempre. O importante é saber que, como em toda relação, no início, são sim estabelecidas algumas regras, que nem sempre são necessárias de serem ditas verbalmente, pois as atitudes e os comportamentos se fazem mais eficazes. Portanto, é indispensável que o professor assuma uma conduta de educador e não se preocupe em querer apenas agradar seus alunos, mas fazer o melhor para eles.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Orientações para a organização das atividades diárias
De uma canção na entrada à hora do lanche, os alunos já ficam cientes das atividades que se seguirão: “Depois do lanche tem brinquedo no parque”, “Depois da roda a gente desenha, pinta, faz trabalho com massinha”.
A espinha dorsal da rotina são alguns marcos temporais que quase nunca se alteram: a chegada, a roda, o lanche, o pátio, a saída, e é importante manter constantes os parâmetros principais da rotina, para que as crianças se sintam seguras e não se desorganizem.
Entretanto, outros momentos se interpõe, levando em conta o ritmo do grupo, que é dinâmico. Assim, constantemente surgem novas experiências e alterações, mas o professor se manterá em seu papel de “porto seguro”.
Uma rotina compreensível e claramente definida é, também, um fator de segurança. Serve para orientar as ações das crianças e dos professores e favorece a previsão de situações que possam vir a acontecer. As atividades de rotina são aquelas que devem ser realizadas diariamente, oportunizando as crianças o desenvolvimento e a manutenção de hábitos indispensáveis à preservação da saúde física e mental como, por exemplo, a organização, a higiene, o repouso, a alimentação correta, o tempo e os espaços adequados, as atitudes, as atividades do dia, etc.
Por caracterizar-se como facilitadora da aprendizagem, a rotina, então não deve transformar-se numa planilha diária de atividades, rígida e inflexível, exigindo a adaptação da criança a ela. A flexibilidade, portanto, é fundamental e a criança precisa aprender a lidar com o inesperado.
A organização do tempo precisa ensejar alternativas diversas e, freqüentemente, simultâneas de atividades mais ou menos movimentadas, individuais ou grupais, que exijam maior ou menor grau de concentração da atenção; determinar a hora do repouso, da alimentação, da higiene, a hora do brinquedo, da recreação, do jogo e do trabalho sério.
Não podemos esquecer que as atividades organizadas contribuem, direta ou indiretamente, para a construção da autonomia: competências que perpassam todas as vivências das crianças.
Os alunos vão chegando e logo ficam curiosos para definir e conhecer o que ocorrerá no dia, por isso a importância da rotina e da sala de aula possuir um quadro de rotinas. Com um quadro de rotinas é fácil determinar as ordens das tarefas junto com os alunos, principalmente na Educação Infantil e nas séries iniciais do Ensino fundamental. Então é fundamental que cada o professor confeccione o seu, pois sempre começa o dia mostrando para a turma as atividades que fazem parte daquele dia. Isso ajuda a controlar a ansiedade da garotada. O ideal é que ele fique em lugar bem visível.
Tempo e chamada
Na Educação Infantil o primeiro passo da rotina é a caracterização do dia em termos de calendário (Que dia é hoje? Em que mês estamos? Que dia foi ontem? E que dia será amanhã? Se tiver alguma data especial o professor deve conversar sobre ela com seus alunos: data cívica ou aniversário de algum aluno - mesmo que tenha ocorrido num feriado ou fim de semana), tempo (a estação do ano é relembrada e verifica-se se algumas características estão presentes no dia. As condições climáticas são, então, registradas através de cartaz do tempo).
Finalizada essa etapa, é iniciada a chamada interativa: o professor sugere ao grupo que observe e verifique quem está presente e quem faltou. Após nomearem os faltantes, então começa a chamada propriamente dita, que pode ser realizada de diversas formas: preenchendo o quadro “Quantos somos?”, ou num quadro que possua as fichas de todos os alunos (retira-se as fichas dos que estão faltando e em seguida conta-se quantos alunos estão presentes, podendo ser até um momento para trabalhar com os nomes dos alunos), bonequinhos com o nome dos alunos para colocar num quadro específico (pode-se fazer como o exemplo anterior),entre outros modelos. Qualquer que seja o modelo escolhido deve-se fazer a contagem dos presentes, separar em grupos (meninos e meninas) e sua totalização novamente. Toda essa atividade de chamada interativa vai permitir a descoberta e consolidação de valores, além de ser muito agradável para a criança pelo seu caráter lúdico e participativo, valorizando a presença de cada um e permitindo, embora dentro da rotina, muitas variações.
No Ensino Fundamental essa etapa pode ser simplificada falando sobre a data do dia (Dia, mês e que ano estamos? Tem alguma data especial que se comemora hoje? Pode ser data cívica ou aniversário de algum aluno). A chamada também é primordial, mas pode ser feita de maneira mais simples.
Ajudante do dia
A escolha do ajudante do dia pode ser efetuada com várias dinâmicas: um casal por dia ou apenas um ajudantes, alternadamente menino/menina, escolhido através de sorteio, ordem alfabética. No caso do Ensino Fundamental pode ser o representando e vice em dias alternado mais um aluno.
A esses ajudantes, nesse dia, caberá colaborar em todas em todas as tarefas, tais como: distribuir materiais, bilhetes, organizar a sala, etc.
Atividades do dia
As atividades apresentadas para o dia devem constar no quadro de rotina: atividade individual, em grupo, vídeo, informática, explicação e correção do dever de casa, jogos, etc.
O tempo gasto em cada atividade é um elemento importante, por isso teve ser pensado desde o planejamento, para não colocar excesso de atividades.
A importância da roda
A roda é um dos momentos de grande interação. Implica a expectativa de algum fato relevante, pois algo de importante vai acontecer quando todos sentam numa roda. Para o professor, é uma oportunidade de observar os alunos e as relações entre eles: duplas ou trios que se sentam perto, conversam, trocam objetos, riem.
Nos primeiros dias de aula, a proximidade da roda permite que os alunos se conheçam melhor, observando semelhanças e diferenças por meio de um jogo de identificação iniciado pelo professor: “Tem criança com camisa azul”, “Tem criança com bota”. Mesmo não sabendo ainda o nome dos colegas, as crianças se voltam para os indicadores, acompanhando a nomeação de cada um: “Davi vai mostrar sua mochila nova”, “Quem está de blusa verde vai pegar a caixa de botões”. Todo o grupo se envolve na adivinhação e às vezes descobre quem é o aluno.
A “roda de novidade” deve fazer parte da rotina desde os primeiros dias de aula. No início, o professor traz os objetos para serem explorados, e os alunos são praticamente espectadores. Mas a roda evolui quando as crianças começam a trazer as novidades de casa – uma fruta, um brinquedo, uma revista, toquinhos de madeira, algumas fotos e até uma caixa cheia de tampinhas de refrigerante. O que for significativo para a criança pode ir para a roda, desde que o dono queira. Uma das possibilidades é criar a “caixa de novidades”. Na chegada, o aluno guarda o objeto, que depois de exibido na roda volta para a caixa ou vaio para a mochila, conforme a criança desejar.
A novidade pode desencadear várias atividades, como jogos, brincadeiras e histórias, e faz a ponte entre a casa e a escola, permitindo identificações, além de incentivar o início das relações de interação e troca entre os alunos. A roda pode ser o primeiro momento de centralização das atividades do dia. Nela se tem um espaço privilegiado no qual se pode desencadear a exploração de temas e o amadurecimento das idéias. Mas para isso é de grande importância a participação dos alunos por meio de comentários e discussões.
Na Educação Infantil a roda faz parte da rotina diária, podendo ocorrer mais de uma vez ao dia se necessário. Já no Ensino Fundamental pode ser inclusa como forma de trabalho, para uma explicação de conteúdo, experiência onde os alunos possam ficar mais próximos, durante um jogo, entre outras situações que o professor julgue necessária, pode ou não fazer parte da rotina diária.
Um de cada vez
No início do ano, é comum o professor estimular a participação das crianças tentando fazer com que falem, façam comentários, manipulem brinquedos. Mas chega um momento em que começa uma avalanche: as crianças não escutam, só falam, e quase todas ao mesmo tempo. Os interesses se voltam para um determinado objeto,às vezes disputado no “vale-tudo”.
Situações como essa podem representar um desafio para o professor, na medida em que ele se vê obrigado a repensar atividades para torná-las mais adequadas aos movimentos do grupo.
É hora de coordenar ações coletivas. Essa organização, na verdade, deve ser feita logo no início do ano, e constituirá a estrutura de apoio das relações e da convivência.
Um dos instrumentos dessa estrutura são os “combinados”, os acordos do tipo “cada um tem sua vez de falar”, “brinquedo não vai para o pátio”, “não é para rabiscar nem rasgar os livros”.
Temas como esses também podem ser discutidos numa “roda de conversa”. Se, por exemplo, os alunos estão deixando as peças dos jogos de encaixe espalhadas, sem se preocupar em guardá-las nos lugares certos, pode-se conversar sobre a necessidade de organização para que não se perca nenhuma peça.
É fundamental que os combinados sejam expostos o ano inteiro na sala de aula, seja através de cartaz ou de plaquinhas, para sempre que necessário o professor relembre a turma ou o aluno sobre o que foi combinado anteriormente. E quando precisar pode acrescentar novos combinados à lista que já está exposta, ou criar novas plaquinhas.
Criando autonomia
Aos poucos, depois de muita repetição, as crianças vão se acostumando e acabam reproduzindo os “combinados”, sem a necessidade da intervenção constante do professor. Eles podem, então, ser ampliados: agora as crianças incorporam a necessidade de guardar direito os jogos e brinquedos, sabem esperar sua vez de falar, já podem conhecer a aplicar algumas regras de convivência: “Não vale empurrar o colega, molhar o colega, jogar areia na cabeça do colega”.
Com o tempo, os próprios alunos se empenham em criar novas regras, de acordo com a necessidade surgida na prática. Em todos os sentidos, agem de modo cada vez mais independente, e cabe ao professor facilitar a construção dessa autonomia.
Organização escolar
A organização do espaço escolar deve criar condições para que as atividades se desenvolvam de maneira flexível e cooperativa. A renovação deve ser constante, introduzindo materiais novos ou arrumando os antigos.
As crianças brincam em duplas, trios ou grupos maiores. Gostam de construir com sucatas e blocos, fazendo prédios, trens, estradas, e esses aspectos devem ser considerados na configuração e na estrutura do espaço físico e do material usado nas atividades do cotidiano escolar.
A escola deve oferecer um ambiente seguro e favorecer a ampla circulação dos alunos, permitindo que subam e desçam, levem e tragam, inventem caminhos. É possível também criar espaços como uma casa de boneca, um camarim, onde os personagens se pintam e se fantasiam, põem máscaras e acessórios, o palco com fantoches e um local para a bandinha, de modo que os alunos possam explorar sons e ritmos.
Era uma vez...
Contar uma história é uma experiência de grande significado para quem conta e para quem ouve. Muitas crianças são capazes de antecipar as seqüências emocionantes e reagem escondendo-se atrás do amigo, apertando as mãos, arregalando os olhos. Depois, o suspiro de alívio e do riso quando o herói venceu os obstáculos.
Na história, a criança se projeta momentaneamente nos personagens e penetra no mundo da fantasia, vivenciando um contato mais estreito com seus sentimentos e elaborando seus conflitos e emoções. A história funciona como uma ponte entre o real e o imaginário. Por meio da história, a criança observa diferentes pontos de vista, vários discursos e registros da língua. Amplia sua percepção de tempo e espaço e seu vocabulário.
Para que esse seja um momento prazeroso, é fundamental que se escolha uma história com a qual a criança possa se identificar. Além disso, convém criar um clima de aconchego, construindo uma interação positiva.
O professor vai se transformando num contador de histórias quando se liberta do texto escrito e observando as reações das crianças, ouvindo seus comentários, fazendo dessa hora um momento de emoção. Assim poderá reajustar a narrativa, introduzindo, acrescentando ou até suprindo detalhes para torná-las mais significativa para o grupo.
É melhor ler ou contar?
Há vários modos de apresentar as histórias para as crianças. A maioria delas alcança sua melhor forma de expressão se forem contadas; outras se forem lidas, pois assim ganham mais brilho, e até exigem que sejam mostradas as ilustrações.
Quando se conta uma história, em vez de ler o livro para os alunos, está-se permitindo que os significados simbólicas e interpessoais da narrativa sejam atingidos plenamente.
Pode-se contar a história sem mostrar a ilustração logo de início, pois às vezes a intermediação do texto obriga o contador a dividir sua atenção entre a narrativa e os ouvintes. Além disso, é possível criar um clima que permita à criança liberar sua imaginação e viver sua fantasia. Entretanto, além de contar, é importante que o professor também leia histórias.
É sempre bom fazer um estudo prévio do texto antes de contar ou ler a história. Se conhecer o enredo, o ambiente, os personagens e as falas, o professor poderá fazer uma narração e uma interpretação mais precisas e convincentes.
Sugestão de rotina:
Ø Educação infantil:
· Acolhida: saudação, oração, guarda de material, músicas, etc.
· Quadro de rotina
· Rodinha (conversa sobre como eles estão, hora da novidade, etc.)
· Calendário (dia, mês, ano, aniversariantes, etc.) e tempo;
· Chamada interativa ou “Quantos somos?”
· Escolha do ajudante do dia;
· Retomar o dever de casa do dia anterior (cada um deverá mostrar o que fez, o que mais gostaram de fazer, etc. Caso algum aluno tenha feito de forma incorreta, retomar com ele num momento oportuno para que ele corrija ou refaça caso seja necessário)
· Atividade de sala (individual, grupo, desenho, informática, vídeo, jogos, brincadeiras, pintura, modelagem, etc.)
· Parquinho
· Lanche
· Escovação
· Atividades de sala
· Dever de casa (passando dever de casa)
· História
· Relaxamento com música
Ø Ensino Fundamental
· Calendário (dia, mês, ano, data cívica, aniversariantes)
· Quadro de rotina
· Dever de casa (passando e explicando o dever do dia)
· Agenda
· Chamada
· Dever de casa (correção dos deveres passados em dias anteriores)
· Atividades de sala (individual, grupo, informática, vídeo, jogos, brincadeiras, pintura, caderno, livro, etc.)
· Lanche
· Escovação
· Recreio
· Atividades de sala
· Organização da sala
Biibliografia
AROEIRA, Maria Luísa C.; SOARES, Inês B. & MENDES, Rosa Emília de A. Didática de pré-escola: vida criança: brincar e aprender. São Paulo: FTD, 1996.
MORANGON, Cristiane. Um quadro de rotinas. Revista Nova Escola. Edição nº160. São Paulo: Editora Abril, março, 2003.
SANT’ANA, Ruth B. Rotina e experiências formativas na pré-escola. GT: Educação de crianças de 0 a 6 anos.nº 07. Tese (Doutoramento em Psicologia Social). Pontícia Universidade Católica, São Paulo, 2002
SIGNORETTI, A. E. R. S.; MONTEIRO, K. K & DAVÓLIO. R. A. C. Rotina escolar: orientações para professor e aluno organizarem as atividades diárias. Revista do professor. Porto Alegre, jul./set. 2000.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
domingo, 18 de julho de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Guia para a participação da família na educação da criança
aqui
Fonte:
Referências Bibliográficas:
ABREU, Rosa Ana, et.al. Guia para o dia da família na escola. Ministério da Educação.Brasília: Junho, 2002
Fonte:
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16 passos para a construção do Projeto Político Pedagógico-PPP
aqui
Fonte:Matéria publicada no site da UDEMO - Sindicato de Especialistas em Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo, de autoria de Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto - Revista Pedagógica - Elaborando o Projeto Pedagógico.
Fonte:Matéria publicada no site da UDEMO - Sindicato de Especialistas em Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo, de autoria de Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto - Revista Pedagógica - Elaborando o Projeto Pedagógico.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
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