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domingo, 6 de março de 2016

Dominó dos numerais

Com caixas de sabão em pó, EVA  e cola quente, dá para fazer estes dominós numéricos, para ensinar a gurizada a contar.

Fantoche do Aedes





Fantoches lindos e as crianças podem fazer e colorir. Depois colocam o braço por  dentro para manipular o mosquito e pronto, hora de ensinar e aprender que a prevenção é a melhor opção. Vamos dar adeus ao Aedes.

Velas que espantam os mosquitos e perfumam o ambiente

Para que gastar com velas novas? vamos apender a fazê-las, usando as essências que espantam os mosquitos. Precisamos dar nossa parcela de contribuição, a nossa saúde agradece e o nosso bolso.

90 ml de óleo de cozinha usado filtrado;

– 3 colheres de parafina;
– Pote de vidro;
– Pavio encerado;
– Essência de lavanda, citronela, hortelã, crisântemo, manjericão e alecrim.

Como fazer:
– Num pote de vidro que possa ir ao microondas, coloca o óleo e a parafina;
– Leva ao microondas por 30 segundos, retira e mexe para ajudar a derreter. Leva novamente ao microondas por 30 segundos. Repete até que a parafina derreta por completo;
– Após a parafina estar totalmente derretida coloca a essência (por exemplo 10 gotas de essência de citronela, que ajuda a afugentar os mosquitos);
– Coloca a mistura no pote e, enquanto arrefece, coloca o pavio centrado e preso com uma mola da roupa;
– Quando estiver bem fria, retira a mola da roupa e corta o excesso de pavio com uma tesoura, deixando mais ou menos 1 cm acima da vela.

Ah, dá até para fazer e presentear as mães, em maio, boa ideia, vcs não acham?

Reciclando giz cera

Vamos economizar que as coisas estão difíceis. Nada de jogar lápis de cera fora, vamos juntar durante o ano letivo os pedaços e depois é só reciclar, colocando a massa derretida na forma que quiser, em formatos redondos, de coração, estrela, o que a imaginação inspirar. Como fazer? veja:
Leva o tabuleiro ao forno a uma temperatura de 250 ºC durante 6 a 8 minutos, verificando continuamente se os lápis de cera já estão derretidos. Quando estiverem completamente derretidos, retira o tabuleiro do forno e colocar na forma escolhida. Deixa esfriar por completo antes de retirar das respetivas formas – os novos lápis de cera terão de solidificar. Pronto, agora é só deixar a molecada se divertir.

O Papel do Coordenador Pedagógico

Dentro das inúmeras mudanças que ocorrem na sociedade atual, de ordem econômica, política,social, ideológica, a escola, como instituição de ensino e de práticas pedagógicas, enfrenta muitos desafios que comprometem a sua ação frente às exigências que surgem.Assim, os profissionais, que nela trabalham, precisam estar conscientes de que os alunos devem ter uma formação cada vez mais ampla, promovendo o desenvolvimento das capacidades desses sujeitos.
Para tanto, torna-se necessária a presença de um coordenador pedagógico consciente de seu papel, da importância de sua formação continuada e da equipe docente, além de manter a parceria entre pais, alunos, professores e direção.
De acordo com o Regimento Escolar, Artigo nº. 129/2006-Resolução CEE/TO, "a função de coordenação pedagógica é o suporte que gerencia, coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas com o processo de ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso."
Já segundo Clementi (apud Almeida), cabe ao coordenador "acompanhar o projeto pedagógico, formar professores, partilhar suas ações, também é importante que compreenda as reais relações dessa posição."
Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.
Considerando a função formadora, o coordenador precisa programar as ações que viabilizem a formação do grupo do grupo para qualificação continuada desses sujeitos.Consequentemente, conduzindo mudanças dentro da sala de aula e na dinâmica da escola, produzindo impacto bastante produtivo e atingindo as necessidades presentes.
Assim, muitos formadores encontram na reflexão da ação, momentos riquíssimos para a formação. Isso acontece à medida que professores e coordenadores agem conjuntamente observando, discutindo e planejando, vencendo as dificuldades, expectativas e necessidades, requerendo momentos individuais e coletivos entre os membros do grupo, atingindo aos objetivos desejados.
As relações interpessoais permeiam a prática do coordenador que precisa articular as instâncias escola e família sabendo ouvir, olhar e falar a todos que buscam a sua atenção.
Conforme Almeida(2003), na formação docente, "é muito importante prestar atenção no outro, em seus saberes, dificuldades", sabendo reconhecer e conhecer essas necessidades propiciando subsídios necessários à atuação.Assim, a relação entre professor e coordenador, à medida que se estreita e ambos crescem em sentido prático e teórico(práxis), concebe a confiança, o respeito entre a equipe e favorece a constituição como pessoas.
Na parceria escola X família, esse profissional é requerido para estreitar esses laços e mantê-los em prol da formação efetiva dos educandos à medida que cada instância assuma seu papel social diante desse ato indispensável e intransponível.
Como ressalta Alves(apud Reis,2008) "homens que através de sua ação transformadora se transformam.É neste processo que os homens produzem conhecimentos, sejam oa mais singelos, sejam os mais sofisticados, sejam aqueles que resolvem um problema cotidiano, sejam os que criam teorias explicativas."
Assim, é papel do coordenador favorecer a construção de um ambiente democrático e participativo, onde se incentivo a produção do conhecimento por parte da comunidade escolar, promovendo mudanças atitudinais, procedimentais e conceituais nos indivíduos.
Os órgãos colegiados são espaços que proporcionam essa formação à medida que a participação, o compromisso e o protagonismo de seus componentes, pais, alunos, professores, coordenação e direção, ocasionem transformações significativas nesse ambiente.Cabe ao coordenador atuar coletivamente e visualizar esses espaços como oportunidades para o desempenho das suas funções.
Apesar das inúmeras responsabilidades desse profissional já descritas e analisadas aqui, o coordenador pedagógico enfrenta outros conflitos no espaço escolar, tais como tarefas de ordem burocrática, disciplinar, organizacional.
Assumir esse cargo é sinônimo de enfrentamentos e atendimentos diários a pais, funcionários, professores, além da responsabilidade de incentivo a promoção do projeto pedagógico, necessidade de manter a própria formação, independente da instituição e de cursos específicos, correndo o perigo de cair no desânimo e comodismo e fatores de ordem pessoal que podem interferir em sua prática.
Muitas vezes, a escola e o coordenador se questionam quanto à necessidade desse profissional e chegam à conclusão que esse sujeito pode promover significativas mudanças, pois esse trabalha com formação e informação dos docentes, principalmente.O espaço escolar é dinâmico e a reflexão é fundamental a superação de obstáculos, socialização de experiências e fortalecimento das relações interpessoais.
O coordenador pedagógico é peça fundamental no espaço escolar, pois busca integrar os envolvidos no processo ensino-aprendizagem mantendo as relações interpessoais de maneira saudável, valorizando a formação do professor e a sua, desenvolvendo habilidades para lidar com as diferenças com o objetivo de ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade.
TEXTO: Suelen Silva Lima

quarta-feira, 4 de março de 2015

Educar para a Vida

( Cris Souza, pedagoga e jornalista)
contato: cristinasouza35@hotmail.com
whatsapp 79 99167780

Educação, palavra tão falada e tão ignorada de fato. O que é educação? O que é educar? Qual a diferença entre ensinar e educar? Vamos por partes. Educação, segundo o dicionário de Aurélio, é o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do ser humano. Dando prosseguimento, ainda consta neste dicionário, que é polidez e civilidade.
Pelo visto alguma coisa não está funcionando bem. O que vemos na sua maioria, são pessoas grosseiras umas com as outras, sem o mínimo de gentilezas. Jovens que não sabem cumprimentar, que não conseguem pronunciar um simples bom dia, boa tarde e boa noite, o básico de uma boa educação. Que em vez de um com licença, invadem e destroem.
Seres que preferem agredir, matar e violentar. Que não têm a mínima vontade de aceitar o outro, com suas características peculiares, afinal, somos diferentes, e o nosso direito acaba, quando começa o do outro.
Educar então seria aprender a respeitar, a compreender, a ter tolerância. Entender que os valores existem para ajudar os seres humanos a conviverem em harmonia, em comunhão. Então se presume que a escola não está educando, muito pelo contrário, esta instituição preocupa-se somente em formar trabalhadores, mãos de obra para o enriquecimento do país e não em formar cidadãos, seres preocupados com os problemas de seu povo, comprometidos com as causas sociais.
Ensinar é o ato meramente mecânico de passar os conteúdos programáticos, conhecimentos, sem o professor se envolver afetivamente com seu aluno. O aprendizado acontece de forma impessoal e formal. Mas pelo visto este aprendizado está deixando também a desejar, pois os Índices de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), mostram que estamos longe de alcançar o patamar ideal. Então a pergunta que não quer calar: ‘’ESTAMOS FRACASSANDO EM ENSINAR E EDUCAR’’? A escola não está conseguindo desenvolver a sua função social. Isto é um fato com argumentos. A escola está falida. Esta instituição formal não atende aos anseios de uma juventude que quer desvendar, desbravar o desconhecido, que é vista como número. A massificação é geral.
Enquanto a educação ver o aluno como número nada vai mudar. Só fracassará. E esse caos aqui relatado, continuará. ‘’NINGUÉM POR TODOS E TODOS SEM NINGUÉM’’. A educação de qualidade precisa tratar a criança com excelência, mostrar que ele pode ser sujeito de seu aprendizado, que só ele pode se educar e se afastar da mediocridade. Que o mestre é só mais um partícipe deste longo processo, não é o dono do saber.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Como despertar o interesse por outro idioma na infância?




Em um mundo cada vez mais conectado, é importante aprender novos idiomas e quanto mais cedo isso ocorrer, melhor. Diversas escolas contam com aulas de inglês ou espanhol, mas cabe aos pais decidir se é suficiente ou se cursos fora da escola são mais indicados, além de conseguir despertar o interesse das crianças para as aulas.
Aos educadores também compete observar o desenvolvimento dos alunos, para orientar os pais e também garantir o máximo de aprendizado, uma vez que estudos apontam que na infância a criança tem mais facilidade de absorver determinados conteúdos, especialmente os ligados à linguagem.
Métodos para crianças
Cada criança possui um jeito diferenciado de aprender e isso costuma ser um grande desafio para professores e também para os alunos. Quando são crianças que assistem a aula, os métodos empregados no aprendizado mudam ainda mais.
Uma boa alternativa utilizada em um curso de idiomas é explorar o uso de formas alternativas de aprendizado, onde prendem a atenção da criança, que fica concentrada e assimila melhor o conteúdo que está aprendendo. Veja algumas formas de abordagem educacional:

  • Desenhos
  • Fotografias
  • Vídeos
  • Músicas
  • Teatrinhos
  • Fantoches
  • Brincadeiras

Quantos anos?
Outra dúvida comum é sobre a idade ideal para começar os estudos em uma nova língua. Segundo especialistas, a aprendizagem de um novo idioma não interfere na língua materna da criança e é recomendada desde a tenra infância.
Alguns estudos apontam que além da facilidade em assimilar o conteúdo e raciocinar, a estimulação do aprendizado em crianças pode até prevenir algumas doenças degenerativas, como o Alzheimer.
No livro “Aprendizagem infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva”, Aloísio Pessoa de Araújo afirma que os estímulos cognitivos feitos até os quatro anos de idade, possibilitam melhores condições de aprendizagem na fase escolar (por volta dos 7 anos).
Sendo assim, quanto antes a criança tiver contato com outro idioma, maior facilidade ela terá para aprender, não só aquela linguagem, mas também diversos outros assuntos. No entanto, vale lembrar que caso a criança encontre dificuldades ou relute em ir às aulas, cabe aos pais perceber o problema e avaliar qual é a melhor solução.

Por Maristela Duarte Silva, estudante de Jornalismo.
E-mail: mariduarte_silva@hotmail.com

Sacolinha de Leitura

Agora não temos mais desculpas, se a sala de aula for pequena, para se fazermos um canto de leitura mais confortável, basta esta sacolinha num cantinho qualquer, o importante são as crianças crescerem envolta de livros, para aprender a manuseá-los.

Linda centopeia.

Vamos recepcionar nossos alunos, no retorno às aulas, no 2 semestre, de forma prazerosa e lúdica.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

PROJETO CARNAVAL 2

INTRODUÇÃO 

Quando pensamos em Brasil ou no povo brasileiro, quase sempre nos vem a imagem de um povo alegre e dançante. O carnaval é um grande exemplo disso. É uma manifestação popular que ocorre de diferentes formas em várias regiões do Brasil, dependendo do contexto histórico e sociocultural de cada lugar.
Entrelaçando as influências dos negros africanos, indígenas, nativos e europeus colonizadores, a cultura brasileira resultou em uma grande diversidade e riqueza de manifestações.

JUSTIFICATIVA

O Brasil é um país rico culturalmente, porém, o que sabemos dessa cultura limita-se ao que vivemos no dia-a-dia e ao que a TV nos mostra, muitas vezes, informações soltas, imagens que ficam muito distantes de nossa realidade ou de cunho comercial.
Pensando nisso, pretendemos, neste trabalho, propiciar atividades que ampliem o conhecimento das crianças sobre o carnaval no Brasil, levando em consideração suas influências e fazendo um paralelo temporal desde os antigos carnavais até hoje.

OBJETIVOS GERAIS
Conhecer os aspectos culturais do carnaval que influenciaram na etnia brasileira.
Reconhecer as manifestações carnavalescas dentro do contexto social.
Conhecer as marchinhas carnavalescas.
Conhecer, observar e acompanhar a evolução de gêneros carnavalescos como: música, blocos, fantasias e histórias.
Estabelecer relação entre passado e moderno.

Procedimentos Metodológicos
Fazer um baile de carnaval para que as crianças conheçam um pouco sobre essa manifestação popular.
Levar para a sala de aula os elementos do carnaval através de imagens ou objetos.
Executar músicas pertinentes ao universo carnavalesco.
Fazer pinturas faciais nas crianças e disponibilizar diferentes roupas e adereços para que possam usar como fantasias.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Confecção de painel com recortes e fotos carnavalescas.
Trabalhar músicas carnavalescas
Confeccionar máscaras carnavalescas com material de sucata.
Listar as fantasias que as pessoas costumam usar em carnaval.
Pular carnaval usando roupas e acessórios diversos como fantasia.

CULMINÂNCIA Desfile de fantasias.
Exposição de painéis.
Baile carnavalesco.

Lembrancinhas para a Páscoa








PROJETO - PÁSCOA

DURAÇÃO - 2 semanas

OBJETIVOS
Conhecer o significado da páscoa e seus símbolos;
Vivenciar o sentido da páscoa;
Desenvolver o raciocínio, a atenção e a percepção;
Desenvolver a imaginação e a criatividade;
Socializar;
DESENVOLVIMENTO
Produção de texto: individual, dupla, grupo e coletiva com tema livre, indicado ou com ilustração, conforme o nível da turma;
Atividade com filmes historia contadas e ouvidas;
Listas de palavras: guloseimas (doces, salgados), alimentos típicos da páscoa;
OBS: Ressaltar a questão da propaganda, através do meio de comunicação;
Gêneros textuais: músicas, histórias, receita e textos informativos, poesias, etc.
Atividades como: cruzadinhas, caça-palavras, acrósticos, carta enigmática, adivinhas, etc.
Atividades envolvendo sistema monetário brasileiro, ex: pesquisa de preço;
Elaboração de problemas;
Auto - ditado (símbolos da páscoa)
Atividades com letras embaralhadas;
Confecção de ovo da páscoa (podem-se convidar os pais para participar das atividades)
Elaboração de tabelas e gráficos (conforme a atividade proposta)
Apresentação de músicas, jogral, teatro, etc.
Confecção de lembrancinhas da páscoa (utilização de sucatas)
OBS- RESSALTAR A QUESTÃO DA RECICLAGEM DO LIXO
Confeccionar cartaz, painel, com mensagens, figuras, desenhos, dobraduras, montagem, colagem, etc.;
Atividades com questões ortográficas, conforme o contexto trabalhado e o nível da turma;
Pontuação e acentuação de forma contextualizada;
CULMINÂNCIA
Exposição de atividades (dobraduras, e textos)
Entrega das lembrancinhas;

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Projeto Copa do Mundo




  1. Objetivos

    • Conhecer, valorizar e divulgar as diversas culturas.
    • Identificar as danças, músicas, comidas, crenças e roupas tradicionais de cada país.
    • Conhecer a história das copas.
    • Identificar cada país e os dias que jogam.

    Formulação dos Problemas
    • Onde será realizada a Copa do Mundo?
    • O que podemos observar nos grupos?
    • Quais são as comidas e danças típicas dos países participantes?
    • Você conhece algum desses países?

    Tempo da Atividade: Depende do ritmo da turma

    Material
    • Material para fazer a viseira: cartolina, canetas, colas, etc.
    • Hino Nacional

    Temas Transversais

    Ética e cidadania: Envolver todo o conteúdo no tema PAZ, já que se fala em campeonato mundial, abordar a união dos povos pelo esporte, a necessidade de um trabalho coletivo bem planejado , o respeito entre os envolvidos e com as regras, bem como aceitação de que não se vence sempre... Que temos que aceitar a derrota e dela extrairmos novas estratégias.

    Meio ambiente: Observar no meio ambiente as mudanças ocorridas em razão da Copa (pinturas, enfeites em geral) e analisar os aspectos positivos (torcida) e negativos (poluição visual, sujeira)

    Pluralidade cultural: Observar a língua falada em outros países e resgatar alguns usos e costumes de alguns países que nós, brasileiros, herdamos. As colônias brasileiras nos países que sediam a Copa e colônias destes países no Brasil.

    Sensibilização: Mostrar fatos aos alunos, ler textos ou exibir vídeos sobre as Copas.

    Biblioteca: Leitura do texto: Jogo de bola (Cecília Meireles)
    Leituras sobre as copas (jornais, revistas, livros)
    Montar uma revistinha da copa com atividades desenvolvidas nas diversas disciplinas.

    Ed. Artística: Viseira da Copa / Bandeirinhas para enfeitar a escola / Desenhos livres sobre a Copa

    Música: Rumo ao Penta (Pelé)

    Ed. Física:Organizar um jogo de futebol / As regras do futebol e a função de cada jogador./ Tipo de roupa adequada para a prática do futebol (uniforme). / Organização da fila e Posição adequada para cantar o Hino Nacional.

    Vídeo: Franklin aprende a jogar bola (aborda a questão do preparo físico, a técnica – regras e a ação coletiva do grupo) Cartoon network – tv a cabo.

    Português: O Hino Nacional

    A letra do hino enfatizando as palavras que as crianças mais erram;

    Pesquisa no dicionário do significado das palavras mais difíceis;

    Música da Copa;

    Músicas de copas anteriores, músicas que abordam o tema futebol, bem como jingles antigos e recentes com o tema futebol.

    Texto: Jogo de bola (Cecília Meireles);

    Livros de literatura infantil (a verificar);

    Entendimento e ilustração;

    Atividades de escrita e leitura como cruzadinhas, caça-palavras, curiosidades, trava-línguas, etc.

    Organização de Listas de nomes comuns no futebol, de nomes próprios (nome dos jogadores, técnico, juiz e demais personalidades do futebol na Copa;

    Observar a língua falada nos países envolvidos na Copa, dando ênfase aos que sediam o campeonato e os que disputam diretamente com o Brasil;

    Leitura de noticiários diários – textos jornalísticos;

    Matemática:

    Quantas vezes o Brasil foi campeão? Significado da palavra Penta (bem como tetra, tri, bi-campeão)

    Significado dos termos: oitavas de final, quartas de final, semi final e final.

    Quantidade de jogadores num jogo de futebol.

    Os reservas da seleção (função)

    Agenda da copa

    Análise do placar dos jogos do Brasil

    O comércio que envolve a Copa (bandeiras, camisetas, apito, etc...)

    Liga pontos.

    História e Geografia:

    História das Copas

    Sede da Copa

    Curiosidades sobre a vida das pessoas do país onde ocorre a Copa. (usos e costumes)

    Localização no mapa da sede da Copa

    Acompanhar a agenda da Copa e os jogos do Brasil bem como seus adversários

    A Bandeira Brasileira

    As bandeiras dos países que estão sediando a Copa

    As bandeiras dos demais países

    Falar que todos os países tem o seu Hino Nacional

    Mãos de obra temporária que surge em razão da copa

    O respeito às demais seleções

    Reforçar o espírito patriótico

    Retrospectiva das Copas

    Ciências:

    A saúde: alimentação, prática de esportes, o condicionamento físico, saúde mental, o repouso

    O exame anti-doping; Campanha anti-drogas (na historia das copas, esta foi a única que até o momento todos os exames anti-doping obteve resultados negativos)

    O fumo e o álcool: são incompatíveis com a prática de esportes;

    Os valores nutricionais de alguns alimentos;

    Dicas para uma dieta bem equilibrada para as crianças

    Montar com as crianças um cardápio

    Cuidados com os fogos e balões.

    Conclusões e Aplicações

    Participação individual e em grupo em cada etapa de trabalho.

    Elaboração das pesquisas, de cartazes, ensaio das coreografias, etc.

Painéis para decorar a escola ou sala de aula